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Lukaku isolou-se na área, driblou o guarda-redes Ben-Mustapha e quando a bola lhe escapava para a linha de fundo o belga deixou-se cair, após um muito leve contacto do seu pé com a perna do tunisino. Ainda antes de concluído o movimento, já o goleador do Manchester United levantava o braço sinalizando que não havia falta do adversário e que, obviamente, também não queria ser penalizado disciplinarmente por simulação. O árbitro leu tudo muito bem, tal como o público, que tem vindo a censurar todos os jogadores que simulam faltas ou promovem perdas de tempo.

Um jogador adversário do belga na Premier League há muitos anos, o espanhol Fabregas, comentou a situação na BBC: “aprendemos isto em Inglaterra”, deixando entender que “se fosse um jogador latino ou sul-americano” a reação teria sido a oposta, a de reclamar uma falta.
Foi um lance de nenhuma importância numa partida sem história (Bélgica-Tunísia 5-2), mas com enorme significado relativamente ao enorme caminho que este desporto ainda tem de percorrer, até atingir parâmetros uniformes de “verdade desportiva”, entre ricos e pobres, norte e sul, grandes e pequenos - eventualmente, uma utopia.
Mesmo que o fair play seja sempre mais fácil para quem está a ganhar…

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