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Tavares pobre

18.09.19

Se o futebol do Benfica fosse um restaurante, pela sua grandeza, tradição e qualidade, seria o Tavares Rico. Mas quando chega a hora europeia, das noites de gala, as pratas enferrujam, o cardápio esturra e a adega envinagra.

O Benfica europeu vira Tavares Pobre e serve azias agudas.

O treinador Bruno Lage trocou os papéis na preparação do jogo com o adversário mais forte da Liga dos Campeões, ao escolhê-lo para prosseguir a sua saga de lançamento de jovens da formação do Seixal. A atracção da primeira noite europeia na Luz foi a resposta à pergunta “mas afinal quantos Tavares tem o Benfica?”, em vez de uma equipa bem preparada e confiante, para ganhar os três pontos e os milhões em jogo.

Com duas semanas para preparar o recomeço das competições, o treinador deu prioridade ao Gil Vicente sobre o Leipzig, o que veio a redundar num erro crasso. Se André Almeida, Rafa e Seferovic não aguentavam dois jogos consecutivos, o normal seria que fossem poupados frente ao adversário mais fraco, da Liga Portuguesa, para poderem surgir na máxima força frente aos alemães.

Se a Liga dos Campeões fosse realmente importante para o Benfica, o seu treinador não teria apresentado nesta sétima partida da temporada o onze mais fraco e de menos garantias.

Depois de várias semanas a resistir e responder às críticas sobre a fraca produtividade dos avançados, um jogo de Champions também não seria o mais adequado a mudanças de individualidades e, até, de sistema de jogo, devido às diferentes características de Cervi e Jota, relativamente aos habituais titulares. Não foi, aliás, à toa que Rafa e Seferovic demoraram apenas oito minutos a construir e concretizar o golo de honra.

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