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Obrigado pela questão. Cristiano Ronaldo é um ídol...
Se é a verdade porque é que essas memórias deviam ...
Lúcido, como sempre. Parabéns.
A fina ironia, a insídia e a chico-espertice do me...
Venham penáltis, que o rapaz repete a época passad...
Lukaku isolou-se na área, driblou o guarda-redes Ben-Mustapha e quando a bola lhe escapava para a linha de fundo o belga deixou-se cair, após um muito leve contacto do seu pé com a perna do tunisino. Ainda antes de concluído o movimento, já o goleador do Manchester United levantava o braço sinalizando que não havia falta do adversário e que, obviamente, também não queria ser penalizado disciplinarmente por simulação. O árbitro leu tudo muito bem, tal como o público, que tem vindo a censurar todos os jogadores que simulam faltas ou promovem perdas de tempo.
Um jogador adversário do belga na Premier League há muitos anos, o espanhol Fabregas, comentou a situação na BBC: “aprendemos isto em Inglaterra”, deixando entender que “se fosse um jogador latino ou sul-americano” a reação teria sido a oposta, a de reclamar uma falta.
Foi um lance de nenhuma importância numa partida sem história (Bélgica-Tunísia 5-2), mas com enorme significado relativamente ao enorme caminho que este desporto ainda tem de percorrer, até atingir parâmetros uniformes de “verdade desportiva”, entre ricos e pobres, norte e sul, grandes e pequenos - eventualmente, uma utopia.
Mesmo que o fair play seja sempre mais fácil para quem está a ganhar…
Harry Kane marcou por duas vezes de curta distância em pontapés de canto, a abrir e a fechar o jogo, para uma vitória à francesa da Inglaterra por 2-1 sobre uma Tunísia que soube defender muito bem, mas acabou por soçobrar, devido a um comprometedor erro de marcação. Nos cantos da seleção, Harry Kane vale bem mais do que nos cantos do Tottenham, onde o colocam insistentemente a fazer os cruzamentos.
Normalmente a Inglaterra não consegue vencer o jogo de abertura dos Mundiais, pelo que este triunfo sobre o adversário directo e a forma determinada como foi alcançado constituem um aviso à navegação. Ganhando o jogo seguinte ao Panama fica praticamente qualificada e pode encarar o duelo com a Bélgica com algum alívio.
Os ingleses mostraram enorme optimismo e vontade de vencer, lutando com humildade contra as próprias limitações da equipa, cuja falta de criatividade no meio-campo é gritante, embora compensada por força, organização colectiva e motivação.
A Tunísia empatou num pênalti que o árbitro soube antecipar ao VAR e manteve o empate porque o mesmo VAR não quis intervir em dois lances sobre Kane, completamente agarrado, bloqueado e atirado ao chão à margem da lei. Depois de dois dias de aquiescência, os comentadores das televisões inglesas voltaram às críticas acintosas contra o árbitro de video.
Obrigado pela questão. Cristiano Ronaldo é um ídol...
Se é a verdade porque é que essas memórias deviam ...
Lúcido, como sempre. Parabéns.
A fina ironia, a insídia e a chico-espertice do me...
Venham penáltis, que o rapaz repete a época passad...