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J Q M

Fui jornalista, estive em todo o tipo de competições desportivas ao longo de mais de 30 anos e realizei o sonho de participar nos Jogos Olímpicos. Agora, continuo a observar o Desporto e conto histórias.

J Q M

Fui jornalista, estive em todo o tipo de competições desportivas ao longo de mais de 30 anos e realizei o sonho de participar nos Jogos Olímpicos. Agora, continuo a observar o Desporto e conto histórias.

  Luis Castro no Shakhtar, Paulo Fonseca na Roma, André Vilas Boas no Marselha e, claro, Jorge Jesus no Flamengo. É o momento mais alto dos treinadores portugueses, esta época campeões na China (Vítor Pereira), no Qatar (Jesualdo Ferreira), na Arábia Saudita (Rui Vitória), na Ucrânia (Fonseca), ou altamente cotados em vários países, incluindo Inglaterra ou França - para falar apenas da alta competição, por ser quase impossível descrever as dezenas que trabalham pelo Mundo (...)
Acompanho com muito interesse a ida de Jorge Jesus para o Flamengo: um dos melhores treinadores do Mundo, obcecado pelo trabalho organizativo, num ambiente caótico e sob pressão de um frenesim mediático que por vezes condicionam ou impedem jogadores e equipas de atingirem os limites dos seus talentos. Jesus tem a mesma expectativa de uma criança em véspera de exploração de um parque temático, com a diferença de que nada do que o espera será surpreendente, depois de tantos anos (...)