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Obrigado pela questão. Cristiano Ronaldo é um ídol...
Se é a verdade porque é que essas memórias deviam ...
Lúcido, como sempre. Parabéns.
A fina ironia, a insídia e a chico-espertice do me...
Venham penáltis, que o rapaz repete a época passad...
Desempatar os grupos de qualificação é um quebra-cabeças para a FIFA, cada vez pior quanto maior for a aproximação de valores. Hoje foi o Polónia-Japão a ter quase 20 minutos de jogo da vergonha, com a gestão do resultado em regime e ritmo de anti-jogo, à boa maneira do Alemanha-Áustria de 1982.
Não há resposta para situações que satisfaçam os objectivos de ambas as equipas, por mais desagradável e chocante que a situação se torne para os espectadores e para quem vê pela televisão.
A única situação de que me lembro em que não foi aceite a proposta tácita de empate ocorreu em 1986 entre Portugal e Marrocos: José Torres não aceitou a trégua sugerida pelo treinador brasileiro dos marroquinos e a coisa descambou para uma derrota e eliminação lusitana.
A ideia de que a última jornada tem de começar à mesma hora para todos faz sentido, ainda que na Rússia, com toda a tecnologia à disposição, nenhum dos grupos tenha iniciado as partidas em rigoroso simultâneo, chegando a haver desfasamentos de quase um minuto, quer no início quer depois do intervalo.
Também por isto não se entende a pré-maqueta dos jogos do Mundial de 2026, na América do Norte, que terá 48 selecções em 16 grupos de 3 equipas, para eliminar apenas uma - o que pressupõe uma vantagem das equipas que disputarem o último jogo.
A última vez que houve grupos de 3 foi precisamente em 1982, mas na segunda fase, embora para apurar apenas o vencedor de cada grupo para as meias-finais. Mesmo assim, em 4 grupos apenas o da Alemanha não favoreceu as selecções que disputaram a terceira partida.
Não é bem uma surpresa, atendendo ao histórico de entradas surpreendentes do Senegal e de irregularidade da Polónia, mas não deixa de ser a derrota da 8.ª com a 27.ª do ranking mundial. Os africanos tinham entrado a derrotar a campeã mundial, França, em 2002 e acabaram na 7.ª posição, regressando agora para a segunda participação.
No termo da primeira jornada do Mundial, as maiores surpresas surgiram precisamente neste grupo H, depois de também o número 61 (Japão) ter derrotado o número 16 (Colômbia). Se considerarmos só os rankings, foram dois resultados ainda mais inesperados que a vitória do México (15.ª) sobre a Alemanha (1.ª)
Os rankings do futebol, importantes para a ordenação dos sorteios, são os mais voláteis do desporto de alta competição mundial e no fim das grandes competições assistimos invariavelmente a enormes mudanças.
Não é coisa para levar muito a sério por agora, mas atenção: apenas duas do top ten (França e Bélgica) conseguiram ganhar na abertura. Alemanha, Polónia e Perú perderam, as outras cinco (Brasil, Portugal, Argentina, Suíça e Espanha) empataram, embora quatro delas jogando entre si.
E algo me diz que nem Perú nem Polónia têm categoria para estar entre as melhores dez equipas do Mundial. Isto considerando a ausência do Chile, que está em 9.º e vai dar o maior trambolhão.
Obrigado pela questão. Cristiano Ronaldo é um ídol...
Se é a verdade porque é que essas memórias deviam ...
Lúcido, como sempre. Parabéns.
A fina ironia, a insídia e a chico-espertice do me...
Venham penáltis, que o rapaz repete a época passad...