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Obrigado pela questão. Cristiano Ronaldo é um ídol...
Se é a verdade porque é que essas memórias deviam ...
Lúcido, como sempre. Parabéns.
A fina ironia, a insídia e a chico-espertice do me...
Venham penáltis, que o rapaz repete a época passad...
O estranho penalti de Cedric, no Portugal-Irão, foi o último assinalado após intervenção do VAR, ao recomendar ao árbitro que revisse a sua decisão inicial de nada marcar. Essa foi a décima chamada ao visionamento do video-árbitro em lances de grande penalidade, das quais somente uma tinha sido revertida, por flagrante simulação de Neymar no Brasil-Costa Rica.
Mas depois do lance que fez Portugal perder o primeiro lugar no grupo, mais nenhum pênalti foi assinalado no VAR. Pelo contrário, são já quatro decisões revertidas consecutivamente, a última das quais no Senegal-Colômbia de hoje, em que o árbitro Mazic tinha começado por ver uma falta de Sanchez sobre Mane num lance já considerado o melhor desarme do Mundial.
Portanto, de 9-1 em penaltis marcados em chamadas ao VAR nos primeiros doze dias do campeonato, passámos para 0-4 nas últimas três jornadas da fase de grupos.
Na perspectiva dos jogadores e equipas em falta, o que começou por ser ansiedade e pânico de cada vez que o árbitro era chamado ao ecrã, transformou-se agora em enorme alivio perante a expectativa de a penalidade ser revertida. E não pelos melhores motivos: pelo menos dois dos penaltis não confirmados, a mão de Rojo no Argentina-Nigéria e a mão de Chicharito Hernandez no México-Suécia, teriam sido confirmados segundo os critérios seguidos até ao pênalti de Cedric.
A segunda fase confirmará esta tendência, mas dificilmente não seria uma situação problemática e controversa, considerando que a maioria dos árbitros nunca tinha lidado com o VAR e está a fazer em pleno Mundial um curso intensivo de aperfeiçoamento.
Com Soares Dias a VAR do Arábia Saudita-Egipto, foi igualado o numero máximo de grandes penalidades assinaladas em campeonatos do Mundo, que estava fixado em 18 desde 1990 e repetido em 1998 e 2002. Quatro dos 18 marcados até agora não foram convertidos.
Neste jogo entre nações muçulmanas, foram assinaladas duas grandes penalidades contra os egípcios, mas só a segunda deu golo. Com mais de três minutos de debate entre o árbitro de campo, o colombiano Roldan, e Soares Dias, foi também o oitavo pênalti determinado após intervenção do VAR.
O primeiro de hoje passa à história como mais uma fofura do campeonato, a juntar ao golo do Panama, ao ser defendido por El-Hadary, um guarda-redes de 45 anos e 161 dias, o mais velho jogador de sempre a actuar num Mundial, superando o colombiano Mondragon, que jogou com 43 anos no Brasil.
Obrigado pela questão. Cristiano Ronaldo é um ídol...
Se é a verdade porque é que essas memórias deviam ...
Lúcido, como sempre. Parabéns.
A fina ironia, a insídia e a chico-espertice do me...
Venham penáltis, que o rapaz repete a época passad...