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J Q M

Fui jornalista, estive em todo o tipo de competições desportivas ao longo de mais de 30 anos e realizei o sonho de participar nos Jogos Olímpicos. Agora, continuo a observar o Desporto e conto histórias.

J Q M

Fui jornalista, estive em todo o tipo de competições desportivas ao longo de mais de 30 anos e realizei o sonho de participar nos Jogos Olímpicos. Agora, continuo a observar o Desporto e conto histórias.

Pelas minhas contas, somando aos já célebres 120 + 6 + 1,2, os 84 milhões de euros que o Atlético de Madrid vai pagar a João Félix em salários nos próximos sete anos, cada golo que o jovem português marcar ou oferecer aos colegas vai “custar” mais de um milhão de euros. Teria de estar ligado a pelo menos 30 golos por ano, ou 210 em sete épocas, para produzir, a esse “preço” unitário, os 211,2 milhões que custa toda esta operação inesperada e sensacional. Confirmo (...)
Apanha, cai, rebola, choraminga, mas levanta-se. Às vezes, não apanha realmente, mas cai, rebola, choraminga e levanta-se. E também há momentos em que provoca, cai, rebola, choraminga e levanta-se. No levantar, é que está o ganho de Neymar, pois de cada vez que ele se ergue, como um sempre em pé, os adversários directos desmoralizam um pouco, vão perdendo paciência e acabam por ceder. Hoje com o México foi, outra vez, assim. Neymar voltou a sofrer um número infame de seis (...)
22 Jun, 2018

A chegada de Neymar

Com um atraso de três horas de jogo, Neymar chegou finalmente ao campeonato do Mundo, ainda a tempo de se transformar num dos seus protagonistas. Foi mesmo no final do jogo sofrido do Brasil com a Costa Rica, sobre o qual pairou uma versão menos assustadora do fantasma argentino, que o craque brasileiro se libertou da pressão que o vinha condicionando, tanto ou mais do que a falta de ritmo competitivo e as sequelas da lesão gravíssima que sofreu este ano. Depois de um jogo inicial em (...)
Pressionar, segurar, manietar Neymar é a fórmula que retira 60 por cento, ou mais, da dinâmica ofensiva da selecção do Brasil. A Suíça mostrou como se faz e tenho a certeza de que nos próximos dias vamos ouvir algo parecido com um “deixem jogar o Neymar”, perante o receio de que não tenha ainda atingido a forma física necessária para marcar a diferença. A estrela brasileira sofreu dez faltas (contando apenas as assinaladas), quase o triplo das cometidas sobre Cristiano Ronald (...)