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J Q M

Fui jornalista, estive em todo o tipo de competições desportivas ao longo de mais de 30 anos e realizei o sonho de participar nos Jogos Olímpicos. Agora, continuo a observar o Desporto e conto histórias.

J Q M

Fui jornalista, estive em todo o tipo de competições desportivas ao longo de mais de 30 anos e realizei o sonho de participar nos Jogos Olímpicos. Agora, continuo a observar o Desporto e conto histórias.

Na primavera de 1980, meses após a Revolução Iraniana, fui a Liège cobrir uma Taça dos Campeões Europeus de Corta-Mato, do Sporting de Moniz Pereira, com Lopes, Mamede e Aldegalega, e numa das noites saí com Luís Norton de Matos, um dos primeiros emigrantes do nosso futebol, que então jogava no Standard, e com o meu camarada de muitas reportagens João Alves da Costa, de “A Bola”.“Sabem quem é aquele ali?”, perguntou o Luís, apontando para um jovem de tez morena que (...)
A FIFA poderá usar o Portugal-Irão para estudar alterações às inadmissíveis e insuportáveis limitações da acção dos treinadores durante os jogos de futebol. Procedimentos agora injustamente puníveis com expulsão do campo e sucessivas multas e suspensões seriam futuramente despenalizados e, pelo contrário, os treinadores encorajados a adoptarem-nos como novos atractivos para o espectáculo:   > despir uma peça de roupa (primeiro a gravata, depois o casaco, a camisa, (...)
A primeira pergunta da conferência de imprensa de Fernando Santos antes do jogo em Saransk foi sobre arbitragem, por jornalistas que vinham enxofrados pelas insinuações de Carlos Queiroz. Estava dado o mote para uma demonstraçãozinha do futebol à portuguesa que alguns, pelos vistos, querem exportar: emoções básicas, confrontações físicas, discussões por nada, tudo o que o desporto não quer. E assim foi o jogo entre Portugal e o Irão, uma equipa com grande potencial (...)
Há muito não se via numa competição como o Mundial uma equipa a defender com onze jogadores dentro da própria grande área e num sistema de 6-3-1, seis defesas, três médios defensivos e um “à pesca”. Um autocarro longo e com dois andares, a obrigar a um trabalho de enorme paciência a que, todavia, os espanhóis, sobretudo os de Barcelona, estão muito habituados. Foi assim que o Irão atrasou 55 minutos o golo da Espanha, que veio a aparecer numa carambola dentro da área, que (...)