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A faltarem 30 minutos para terminar o teste com a Juventus, muito importante para a confiança do Benfica na última fase da preparação desta época, o meio-campo encarnado frente ao poderoso multicampeão italiano ficou entregue a Alfa Semedo, Keaton Parks e Gedson Fernandes.

Alfa de 20 anos, Parks quase a fazer 21 e Gedson de 19, que estava a jogar desde início e teve de sair antes do final por problemas musculares.

E, à frente deles, ao lado do avô Jonas, ainda João Felix, de apenas 18 anos, além dos já “confirmados” Ruben Dias e Yuri Ribeiro, ambos de 21.

Longe vão os tempos em que os jovens do Benfica tinham de nascer dez vezes para chegarem à primeira equipa e jogarem sem inibições, batendo-se com os adversários mais fortes da Europa.

É sinal de um trabalho de enorme qualidade no Seixal, que culmina na entrega dos melhores a um treinador envolvido na conclusão do longo processo de crescimento que se segue ao “nascimento” aos olhos de uma notável rede de prospecção. Com paciência, tempo e a consciência de que basta promover um jovem por ano à equipa principal para justificar todo o investimento.

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Como se os últimos dois anos não tivessem existido, Renato Sanches apareceu hoje na primeira formação do Bayern apresentada pelo novo treinador, Nico Kovac, muito fresco, solto, dinâmico e influente, quer no jogo, quer no resultado, ao fazer um magnífico golo de livre directo de um ângulo apertado, apenas “diminuído” porque Gigi Buffon tinha sido substituído na baliza do Paris SG, minutos antes. Foi uma surpresa revê-lo como se fosse outro.

Foi como se Renato Sanches tivesse saído dos festejos do Europeu, gozado as suas merecidas férias e iniciasse agora a vida profissional na Alemanha. O único problema é que foram dois anos em férias, tempo perdido em demasia. E, claro, estamos ainda longe de perceber se atingirá o nível competitivo que o Bayern exige, sem olvidar que o adversário de hoje era a reserva parisiense.

Dois anos após a venda de Renato, o Benfica lança um novo valor na mesma posição e o mundo dos olheiros, dos negociantes e dos mercados já entrou em ebulição. Gedson Fernandes é menos, muito menos, exuberante nas suas acções e ainda parece inibido em algumas situações de jogo, mas oferece um desempenho táctico mais fiável e contínuo, sem as quebras de concentração que tantas vezes atrapalham Renato. A força, o talento e a capacidade de remate são idênticas.

Embora com menos dois anos de vida, Gedson já está a atingir a idade futebolística de Renato e - o futuro o dirá - espero que nunca o deixem ir de férias durante duas épocas.

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