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J Q M

Fui jornalista, estive em todo o tipo de competições desportivas ao longo de mais de 30 anos e realizei o sonho de participar nos Jogos Olímpicos. Agora, continuo a observar o Desporto e conto histórias.

J Q M

Fui jornalista, estive em todo o tipo de competições desportivas ao longo de mais de 30 anos e realizei o sonho de participar nos Jogos Olímpicos. Agora, continuo a observar o Desporto e conto histórias.

Os amantes do futebol e os donos do negócio não podiam conceber um argumento melhor para o filme do Mundial de 2018: nunca um campeonato do Mundo teve tantos jogos decididos nos últimos minutos. E muito menos que tal fosse o cenário para a terceira eliminação consecutiva de um campeão mundial na primeira fase, a quarta em cinco Mundiais neste século. No Rússia-2018, são já 13 os resultados alterados depois dos 87 minutos de jogo, com realce para os que implicaram decisões (...)
23 Jun, 2018

A máscara azteca

Talvez seja a maior sensação do Mundial, a selecção do México, ainda que tradicionalmente habituada a chegar aos oitavos-de-final. Num grupo dificilimo, duas vitórias categóricas, além de um naipe de soluções diversas que atraem as atenções. Depois de um jogo lógico frente à Alemanha, apostando no contra-ataque e na desorganização do centro-defesa germânico, o México surgiu tacticamente transfigurado, como se colocasse uma daquelas máscaras aztecas da lucha libre. Com (...)
Arrisco-me a dizer que o Ibrahimovic dos últimos três meses na Liga norte-americana chegava para as oportunidades desperdiçadas pelo seu sucessor Berg, na primeira parte frente à Coreia do Sul. O seleccionador da Suécia resistiu a apostar num jogador diferenciado como o grande Zlatan para não desformatar a equipa - o que está a acontecer cada vez mais com estes jogadores desiguais, como Benzema ou Sané - e os jogos acabam por refletir essa igualização técnico-táctica: um golo (...)