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J Q M

Fui jornalista, estive em todo o tipo de competições desportivas ao longo de mais de 30 anos e realizei o sonho de participar nos Jogos Olímpicos. Agora, continuo a observar o Desporto e conto histórias.

J Q M

Fui jornalista, estive em todo o tipo de competições desportivas ao longo de mais de 30 anos e realizei o sonho de participar nos Jogos Olímpicos. Agora, continuo a observar o Desporto e conto histórias.

Descubro agora que o presidente eleito de uma claque de um dos maiores clubes desportivos do país tem cadastro com três condenações a um total de 18 anos de prisão efectiva, por crimes que vão da posse de arma proibida ao sequestro, passando por roubos violentos e deflagração de explosivos, sendo ainda arguido por mais um crime de associação criminosa para roubos violentos. Fico descansado porque se trata de uma claque legalizada.
No mesmo dia em que a Liga julgou o caso da colagem da tampa da sanita numa divisória do estádio da Luz, no Benfica-Porto, com mais uma multa ridícula, chegava ao fim o processo a dois “adeptos” que lançaram foguetes para o relvado no jogo Metz-Lyon, do campeonato francês em 2016, causando lesão auditiva ao guarda-redes português Anthony Lopes. O chanfrado mais jovem, de 25 anos, que lançou o foguete, foi condenado a seis meses de prisão efectiva e o outro, de 36, a seis (...)
Não deve haver coisa mais estúpida de que um espectáculo profissional interdito a espectadores, à porta fechada. Foi o que aconteceu hoje num jogo da Taça da Liga, entre Paços de Ferreira e Desportivo das Aves, por aplicação de regulamentos congeminados pelos próprios clubes, os mesmos que chamam “indústria” a este manicómio em que se transformou o futebol português. A seguir ao Paços de Ferreira, outros clubes poderão ser “castigados” com a mesma pena, entre eles o (...)