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J Q M

Fui jornalista, estive em todo o tipo de competições desportivas ao longo de mais de 30 anos e realizei o sonho de participar nos Jogos Olímpicos. Agora, continuo a observar o Desporto e conto histórias.

J Q M

Fui jornalista, estive em todo o tipo de competições desportivas ao longo de mais de 30 anos e realizei o sonho de participar nos Jogos Olímpicos. Agora, continuo a observar o Desporto e conto histórias.

Sempre que Sérgio Conceição é expulso, lembro-me do famoso e simpático Rei dos Catalisadores. Neste momento, se as contas estão actualizadas, um vai para a 21.ª condenação pífia do Conselho de Disciplina da Federação e o outro acumula penas ridículas pelos tribunais às suas 140 acusações de furto. Ambos beneficiam há anos da dureza das leis e regulamentos para manterem os seus hábitos pitorescos, salvaguardadas as diferenças, e alimentarem uma aura de bons malandros que (...)
Se Éber Bessa fosse jogador de um grande, estaríamos hoje a discutir acaloradamente por que razão ele é, de longe, quem sofre mais faltas no campeonato português e não se queixa nem insulta a inteligência de ninguém. Estou solidário com o n.º 10 brasileiro do Vitória e aos outros digo o mesmo que as claques quando estão chateadas com a qualidade do futebol: “joguem à bola, artistas, joguem à bola!”. O Benfica começou por se queixar da pressão sobre Rafa no jogo com o (...)
Se Éber Bessa fosse jogador de um grande, estaríamos hoje a discutir acaloradamente por que razão ele é, de longe, quem sofre mais faltas no campeonato português e não se queixa nem insulta a inteligência de ninguém. Estou solidário com o n.º 10 brasileiro do Vitória e aos outros digo o mesmo que as claques quando estão chateadas com a qualidade do futebol: “joguem à bola, artistas, joguem à bola!”. O Benfica começou por se queixar da pressão sobre Rafa no jogo com o (...)
26 Ago, 2018

O azar do VAR

A Altice e a Federação Portuguesa de Futebol garantem que as comunicações que sustentam o funcionamento do VAR na Liga portuguesa foram quase infalíveis durante 35 mil minutos e “só falharam” duas vezes, num Aves-Benfica da primeira época e no Porto-Guimarães de ontem. Apenas duas falhas e, logo, em jogos de candidato ao título. Ainda por cima, com Pizzi a simular um pênalti no primeiro e André Pereira a marcar em fora-de-jogo no segundo. É muito azar. Um conceito baseado (...)
Há palavras que deixaram de ter significado na vida real, mas estão bem vivas e populares, como “gatuno”, por exemplo, que já ninguém chama a ninguém fora dos estádios, mas toda a gente sabe quem é no futebol. Pelo contrário, de vez em quando, os líderes que se expressam em futebolês, corrente e/ou técnico, brindam-nos com novos significados para vocábulos que já existem. O palavrão na ordem do dia, por causa dos penaltis e dos VAR, é “volumetria”. Se bem percebo, (...)
O infeliz árbitro, os maus assistentes, os péssimos video-árbitros, seus inqualificáveis dirigentes e todos quantos acham que um erro de julgamento deve ser equilibrado com outro erro igual, incluindo os treinadores beneficiados, tornam o futebol uma actividade patética e sem credibilidade. Por necessidades comerciais, tentam confundir o erro sistemático com uma delirante “coerência de critério”. No futebol, menos com menos só dá muito menos. No jogo entre o Belenenses e o (...)
Quase sem se dar por isso, o VAR desapareceu do Mundial. E deixou de haver penaltis, depois de uma primeira fase em que foi batido o recorde de grandes penalidades. A razão para esta alteração radical tem a ver com competência: dos jogadores e equipas que continuam em prova e, sobretudo, dos árbitros que passaram o último filtro da selecção do senhor Collina. Sempre achei que os problemas da arbitragem no futebol tinham mais a ver com a capacidade dos árbitros, sua formação e (...)