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Pela primeira vez, a FIFA introduziu o factor disciplina como penúltima regra de desempate na primeira fase do Mundial. E o Senegal acabou por ser afastado em favor do Japão, por causa de dois cartões amarelos a mais.

Num confronto entre africanos e japoneses o senso comum apontará sem pestanejar quem são os mais disciplinados, mas nada será mais injusto do que rotular negativamente esta equipa do Senegal. Incluindo na forma como jogou, adaptando sempre o seu sistema ao adversário do dia, os senegaleses não podiam ser mais disciplinados.

Pela primeira vez desde 1982, África não terá um representante na fase eliminatória e um dia, quando a história apagar os detalhes e generalizar as situações, dir-se-á que foi por causa da indisciplina dos seus jogadores. Ter-se-á esquecido, até, que os senegaleses pediram meças aos japoneses em matéria de fair-play e de boa educação, através da limpeza das bancadas no final dos jogos. Mas regras são regras e sempre é mais desportivo do que um sorteio, que seria a opção seguinte.

Excepto para os senegaleses, que nunca gostarão dela, esta regra dos cartões amarelos teve consequências relativamente positivas na disciplina dos jogos. Ainda que o número de cartões amarelos tenha subido (de 2,92 para 3,26 por jogo), as expulsões estão muito aquém do que aconteceu no Brasil: apenas 3, contra 10 em 2014. As consequências mais visíveis são no campo dos protestos e dos confrontos entre jogadores por causa de lances mais duros, mostrando um espírito mais cooperativo com os árbitros e respeitador com os colegas - professores de burros à parte.

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