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Arrisco-me a dizer que o Ibrahimovic dos últimos três meses na Liga norte-americana chegava para as oportunidades desperdiçadas pelo seu sucessor Berg, na primeira parte frente à Coreia do Sul. O seleccionador da Suécia resistiu a apostar num jogador diferenciado como o grande Zlatan para não desformatar a equipa - o que está a acontecer cada vez mais com estes jogadores desiguais, como Benzema ou Sané - e os jogos acabam por refletir essa igualização técnico-táctica: um golo pode bastar para ganhar e chega seguramente para não perder.
Mais um penalti-VAR ditou a diferença entre uma Suécia em que nem todos são altos, nem loiros, nem maquinais, sobre uma Coreia do Sul, em que nem todos são baixos, nem criativos nem superrápidos, mas todos, suecos e coreanos, parecem autómatos forçados a jogar em esquemas rígidos trazidos do balneário e que redundam em espectáculos para esquecer. Duas oportunidades de golo para a Suécia, uma para a Coreia, e primeira vitória dos nórdicos na abertura de um Mundial nos últimos 60 anos.
Neste pobre contexto, chegavam dois lances da irreverência de um Ibrahimovic para termos agora algo que recordar e contar.
De resto, também não consegui distinguir nenhum dos Kim e Lee vestidos de branco, e o craque Son é bem mais fácil de reconhecer no meio da equipa do Tottenham. Todavia, a ideia de tentar confundir o adversário com a troca dos números, à semelhança do que em 1966 se dizia que a Coreia do Norte tinha feito para derrotar a Itália e surpreender a selecção portuguesa antes da imortal revolta de Eusébio, acabou por não produzir efeito - os suecos trataram todos por igual.
Apesar do que aconteceu à Alemanha (deste grupo e próxima adversária da Suécia), as seleções europeias continuam a parecer mais sólidas e objectivas neste registo de jogos condicionados pelo rigor táctico (ou pelo medo de entrar a perder) da primeira jornada.

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