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A recontratação de Bruno Fernandes pelo Sporting, com custos duplicados, está a dividir uma parte dos adeptos do clube, que não consideram que ameaças, agressões e pressão psicológica sejam factores que perturbem a alegre vida de profissional de futebol pago principescamente.

Com o novo contrato, Bruno Fernandes doa os seus “órgãos”, físicos e psicológicos, à catarse leonina, atraindo toda a animosidade decorrente de eventuais frustrações desportivas e, simultaneamente, libertando o resto da equipa dessa mesma pressão.

Depois de ter passado de ídolo a traidor, candidata-se agora a acabar como mártir. E isso tem um preço. 

Ele foi dos primeiros a reagir ao 15 de Maio, quando ainda no balneário de Alcochete deu instruções à família para preparar a fuga para o norte. Rescindiu o contrato. Ingressou no estágio da selecção e disputou o mundial. Ao regressar a Lisboa reabriu a porta ao Sporting. Com negociações inteligentes chegou a acordo para regressar. E agora divide os que não pagam a traidores dos que vêem um Sporting mais forte, reforçado com o melhor jogador da Liga passada.

Os primeiros jogos de Bruno Fernandes constituirão autênticos crash-tests à personalidade do jogador. Já mostrou que tem uma forte mentalidade e olha para o futuro com um sentimento positivo, focado no que consegue fazer bem e consciente de que o jogo de futebol é por natureza errático, com mais desperdícios do que sucessos. 

Ao longo dos últimos dois meses, ter-se-á mentalizado para enfrentar vaias e assobios, insultos de toda a ordem e muita desconfiança e animosidade, na fase inicial da nova vida. E que só conseguiria fazê-lo mediante uma revisão em alta dos seus salários e prémios.

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