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As hipóteses de um avançado cometer duas grande penalidades numa grande competição como o campeonato do Mundo são baixíssimas. E as possibilidades de ambas as faltas não serem vislumbradas pelo árbitro mas detectadas à distância pelo video-árbitro seriam impensáveis. Pois bem, no futebol tudo é possível e foi isso que aconteceu com o jovem Poulsen, da Dinamarca.

Depois de ter sido denunciado no primeiro jogo por uma falta sobre o peruano Cueva, o norte-americano que preferiu representar a pátria materna voltou hoje a ser “apanhado” pelo VAR, frente à Austrália, depois de o árbitro espanhol ter revertido a decisão inicial de validar o lance como uma mão acidental.
E a Dinamarca perdeu dois pontos depois desta nova decisão controversa do VAR, dado o cariz involuntário do lance, agravado por um cartão amarelo que também afasta Poulsen da próxima partida.
Não pareceu penalti nem merecedor de cartão amarelo, mas já se detecta a “condenação” dos lances de cada vez que o árbitro é chamado pelo VAR a rever as imagens. Até agora, nenhum manteve o julgamento inicial e todos se inclinaram ao veredicto digital.
São já cinco os penaltis assinalados pelo VAR, quatro dos quais transformados em golo. Com esta ferramenta, tudo indica que não tarda a ser batido o numero máximo de penaltis num Mundial, que está fixado em 18. Neste momento, estamos em 11 e ainda nem chegámos a meio da fase de grupos.

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