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O que têm em comum Sousa Cintra, José Peseiro, Fernando Ferreira e Manuel Fernandes?

Sousa Cintra foi presidente do Sporting entre 1989 e 1995 num consulado de altos e baixos, muitas esperanças frustradas e acabou saindo do clube com aparente alívio da maioria dos associados, que decidiram trocar o regime de presidente mecenas pelo profissionalismo das sociedades desportivas, alegadamente numa cisão irreversível com o passado.

José Peseiro foi o primeiro treinador depois da construção do novo estádio Alvalade XXI e ficou perto de conquistar um título nacional e uma Taça UEFA, demasiado perto, aliás, de duas conquistas que teriam mudado a história do Sporting e saiu pouco depois sem deixar saudades.

Fernando Ferreira foi despedido de responsável clínico em 2001, ao fim de 16 anos no clube, manteve uma disputa judicial durante mais alguns e acabou por chegar a acordo em 2005, recusando a reintegração que era devida.

Manuel Fernandes foi uma das maiores glórias do futebol leonino, um capitão, um símbolo, mas talvez o profissional que mais vezes saiu e entrou de um clube, durante mais de 30 anos, desde o final de carreira no Vitória de Setúbal, a várias experiências como treinador-adjunto, treinador, dirigente, coordenador, relações públicas, secretário-técnico, etc.

Sousa Cintra presidente da SAD, José Peseiro treinador e Fernando Ferreira médico formavam a equipa de três mosqueteiros em defesa do Rei Leão, aos quais se juntou hoje Manuel Fernandes como director, para que os três homens-chave do futebol do Sporting sejam, afinal, quatro - como na história de Dumas.

Quatro figuras com um histórico no clube que não se pensava poder repetir-se, não apenas pela forma atribulada com que todos sairam da cena leonina, como pelos anos que entretanto passaram afastados (menos no caso de Fernandes) e pelo princípio de rejuvenescimento que caracteriza os ciclos de renovação dos clubes desportivos.

Trata-se de uma situação transitória até às próximas eleições e tudo indica que todos eles têm os cargos a prazo e que dificilmente resistirão à entrada de uma nova vaga directiva. Só por isso se pode entender esta opção por soluções ultrapassadas e com o futuro ameaçado, completamente à mercê dos resultados da equipa de futebol durante o mês de Agosto, faltando conhecer o grau de comprometimento contratual do clube com estes profissionais (Sousa Cintra à parte).

Não seria fácil encontrar outras soluções, pois poucos profissionais aceitariam cargos interinos durante tão pouco tempo, excepto num quadro de missão e de fervor clubista em que, aparentemente, estes quatro homens se encontram até às eleições de 8 de Setembro.

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