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A selecção de Portugal prossegue a sua saga resultadista. Provavelmente a melhor selecção mundial da actualidade a gerir resultados, mesmo passando completamente ao lado do jogo, como aconteceu hoje frente a Marrocos, prosseguindo em linha com a sequência de empates do Europeu de 2016 que deu origem à conquista do título. Sem ter sequer dez minutos de controlo do jogo, sem atacar durante longos minutos da primeira parte e durante toda a segunda, Portugal conservou um golo oportuno, em pontapé de canto no começo da partida - portanto evoluindo de idêntica situação registada na partida anterior com a Espanha.
Se Fernando Santos diz que é inexplicável, quem sou eu para o contrariar? Mas há factores que justificam esta situação muito melhor do que a produção da equipa (sem esquecer a injusta eliminação de Marrocos, com duas derrotas absurdas).
1 - Cristiano Ronaldo. É incrível, mas já se pode dizer “como nunca o vimos”.
2 - VAR. Não tem funcionado nos jogos de Portugal e, desta vez, ainda bem.
3 - Rui Patrício. Seguro, calmo e concentrado, transformando a pequena área num retiro budista onde nada se passa.
4 - Pepe e José Fonte. Opção clínica de Fernando Santos, facilitada por não haver alternativa.
5 - William Carvalho. A melhorar, um especialista em grandes momentos.
Portanto, a selecção sobe em termos defensivos para o nível obrigatório de quem quer chegar longe, mas está a jogar sem ataque. Com Cristiano, melhor marcador da prova e da história do futebol europeu, mas sem ataque.
As equipas campeãs constroem-se de trás para a frente, pelo que a primeira fase parece concluída. Sejamos optimistas.

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