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Em primeiro lugar, a minha homenagem a uma série de nomes que me vêm à cabeça: Jorge Salcedo, Jorge Dias, Avelino Azevedo, Fernando Rocha, Luis Vieira Caldas, Luis Feist.

Estes homens, grandes desportistas portugueses, têm em comum serem ou terem sido juízes ou árbitros internacionais com muitas presenças em Europeus e Mundiais, vários deles olímpicos, mas praticamente desconhecidos dos compatriotas fora do círculo das respectivas modalidades, talvez por nunca terem andado envolvidos em polémicas ou bravatas do tipo futebolístico.

Esta evocação foi-me sugerida pelo espanto que tenho sentido em Portugal pela súbita descoberta da existência de Carlos Ramos, um dos melhores juízes de cadeira do ténis mundial, de sempre, através da inqualificável atitude antidesportiva de Serena Williams, na final do Open dos Estados Unidos.

Carlos Ramos foi o primeiro em todo o Mundo a completar o Grand Slam da arbitragem, com as finais dos quatro maiores torneios (quatro na Austrália, um em Roland Garros, um em Wimbledon e um nos Estados Unidos) e dos Jogos Olímpicos de Londres (também em Wimbledon) e ainda com as finais da Taça Davis e da Fed Cup. Falta-lhe apenas a final do Open da Australia feminino para completar igualmente o Grand Slam das finais de senhoras, contando já uma de Roland Garros, outra em Wimbledon e esta em Nova York.

Um currículo extraordinário que não chegou para ser minimamente conhecido dos portugueses ou digno de uma passagem por Belém. Até que uma atleta de grande nomeada e craveira, num momento de descontrolo, o tornou mundialmente famoso.

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