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Ninguém suspeitava que a selecção da Rússia, que só tinha vencido quatro em 23 partidas nos últimos dois anos, pudesse iniciar o Mundial com tamanha dinâmica, a todo o gás, e muito menos que praticamente assegurasse a qualificação em apenas dois jogos, com oito golos marcados. É uma marca deste campeonato, a dificuldade em não considerar que tudo é inesperado e saído da caixinha das surpresas, embora a fragilidade dos adversários assuma aqui um peso muito grande.
Depois das pobres apresentações no Europeu de 2016 (duas derrotas e um empate) e na Taça das Confederações de 2017 (duas derrotas, uma com Portugal, e uma vitória sobre a frágil Nova Zelândia) e de apenas três triunfos em 17 jogos particulares de preparação nestes dois anos, a Rússia criou uma dinâmica que pode levá-la muito mais longe do que se imaginava possivel, despertando o factor-casa e uma típica euforia que sempre empurra os países organizadores, quando as coisas começam bem.
Considerando que pode ser a quarta adversária de Portugal no campeonato, a anfitriã não esconde as suas fraquezas crónicas (deficiente organização defensiva e muitos erros não forçados a meio-campo), mas aposta freneticamente nas suas virtualidades: muita energia, muita determinação e foco na baliza, com avançados de qualidade e experiência.
Frente ao Egipto beneficiou da praga dos autogolos para desbloquear o resultado, já na segunda parte, mas depois justificou inteiramente o triunfo por 3-1, acabando a sofrer o primeiro golo em mais um penalti-VAR, o quarto da prova, até agora.

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