Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]





Comentários recentes

  • Anónimo

    Moral da história, todos os processos a que o Benf...

  • José Brito

    "Encontram-se ainda vários pedidos para ‘discoteca...

  • Anónimo

    Se as pessoas não estão contentes com o que é "ofe...

  • Anónimo

    Este artigo peca por misturar o que não pode ser m...

  • Marco Hugo

    A lista dos ex-árbitros espiados no caso ‘E-Toupei...





Se fosse boxe, Rui Vitória estaria ainda de pé ao fim dos primeiros seis assaltos dos sete que constituem o combate mais importante do ano. Depois de mais uma ida ao tapete com contagem de protecção frente a um adversário muito debilitado, como o Sporting, o Benfica ainda vai com força e vontade para a batalha de Salónica. Mas está a perder aos pontos e tem de tomar a iniciativa de atacar um adversário, notoriamente mais fraco do ponto de vista técnico, táctico e, até físico, sem esquecer o do talento, mas muito manhoso.

Por vezes, Rui Vitória transmite a ideia de ser demasiado ingénuo para um cargo tão escrutinado como é o de treinador do Benfica. Noutras, deixa perceber que não entende a plenitude do jogo, quando este lhe exige medidas diferentes das que planeou no seu gabinete ao longo da semana. E passa, quase sempre, um discurso confuso e pouco objectivo, no tom, na forma e no conteúdo, com subentendidos e alusões mais ou menos vagas que não atrasam nem adiantam.

Na verdade, é uma questão de carisma. Ou se tem e tudo corre sobre rodas, mesmo nos momentos de insucesso, ou não se tem e se enfrenta a vida com cara de pau, lutando contra os elementos, sempre na iminência de ser levado nalguma enxurrada.

Ouvir os comentários sobre José Mourinho nas televisões portuguesas, por exemplo, ajuda-nos a perceber bem a diferença entre ter carisma e não ter. Quando perde, é obviamente por causa dos erros individuais dos jogadores. Quando empata, vê-se bem que a equipa não assimilou as suas directrizes. Quando ganha, bem, quando ganha é brilhante como sempre.

Agora vejamos Rui Vitória: se perde é um azelha, se empata não tem liderança para fazer a diferença, se ganha não faz mais do que a obrigação.

 

Autoria e outros dados (tags, etc)


8 comentários

Imagem de perfil

De Pinheirinho a 27.08.2018 às 11:28

Por norma, não concordo com muito do escreve, mas desta vez tenho de dar o braço a torcer e dizer que acertou na muche!
Sem imagem de perfil

De Carlos Marques a 27.08.2018 às 11:44

Realmente existem os bem e os mal amados da imprensa. Do José Mourinho toleram tudo, até a estupidez e o mau futebol, já do Rui Vitória até do papel higiénico que usa têm reclamações a fazer.

Não goleou o PAOK por desacerto de quem costuma marcar golos, e não goleou o Sporting porque foi um Benfica 1-1 Salin...

Pelo menos não esteve a ganhar 2-0 em casa frente ao V.Guinarães para acabar a perder por 2-3, e mesmo tendo a ajuda do árbitro e a falha do VAR a seu favor.

Que os analistas desportivos façam reparis tecnico-táticos ainda vá, pois ninguém é perfeito, agora que até critiquem a forma de ser e de estar enquanto pessoa, já cheira mal.

Como diria o outro num programa de sketches: olhe, vá mas é trabalhar, homem!
Sem imagem de perfil

De NS a 27.08.2018 às 12:27

Caro JQM, eu considerava-o um comentador com algum carisma. Afinal, equivoquei-me. Dizer que Rui Vitória não tem carisma, até aceito, na acepção que resulta do seu arrazoado: não é prepotente, arrogante, não se considera o melhor nem o maior, não culpa ninguém pelos seus erros, não ofende. O que refere quanto a Mourinho não é carisma: é marketing e viver dos lucros de um passado que já não volta porque não se soube adaptar e existem outros que, com menos meios, fazem melhor. Carisma é o que tem, por exemplo, Roger Federer. O qual, se vir bem, tem mais características que o opõem a Mourinho dos que a que o aproximam. Além de órfão de argumentação inteligente, o seu texto é ofensivo para o melhor treinador português dos últimos anos em Portugal. E, reitero, nada do que refere tem a ver com carisma. Já agora - e para concluir -, pergunto: se Rui Vitória tivesse à sua disposição os jogadores que Mourinho tem, arranjava desculpas e pedia tempo, como o fez o "special one"? Ou fazia o seu trabalho e - antecipo - estaria melhor classificado e com muitos melhores resultados que este? Ah, e escusa de responder. É retórica...
Perfil Facebook

De Carlos Rodrigues a 27.08.2018 às 23:29

Grande pancada esta o JQM...
Sem imagem de perfil

De Anónimo a 27.08.2018 às 20:42

o discurso do RUI VITORIA ! como diz o ditado ...vira o disco e toca o mesmo!! senao abrir o olhos vai ir para a pesca
Sem imagem de perfil

De Anónimo a 27.08.2018 às 21:10

Mas quem é este JQM?
Ele que se dedique à jardinagem e deixe em paz a gente séria que - felizmente - ainda existe.
Como diriam no Porto, o Rui Vitória é um senhor. Não um ferrabras como alguns que por aí andam.
Sem imagem de perfil

De Anónimo a 28.08.2018 às 00:04

O Ceboladas parece um robot, diz sempre as mesmas banalidades e lugares comuns. Quando empata ou perde, atira-se sempre a arbritragem. Sonso é mais nao.
Sem imagem de perfil

De Anónimo a 30.08.2018 às 22:21

Snr J Q Manha
Pelo que li no seu perfil curricular, não pode, não devia, ser confundido com qualquer um “jornaleiro”, pela forma como desenvolveu este texto, mas?...
Não queria, de acordo com o seu currículo, inclui-lo no grupo de “comentadeiros”, (onde infelizmente marcam presença, alguns ex futebolistas do S L Benfica), que diariamente bolsam asneiras, através, muito concretamente, da CMTV e da TVI 24.

Desabafa assim:
Se fosse boxe, Rui Vitória estaria ainda de pé ao fim dos primeiros seis assaltos dos sete que constituem o combate mais importante do ano. Depois de mais uma ida ao tapete com contagem de protecção frente a um adversário muito debilitado, como o Sporting, o Benfica ainda vai com força e vontade para a batalha de Salónica. Mas está a perder aos pontos e tem de tomar a iniciativa de atacar um adversário, notoriamente mais fraco do ponto de vista técnico, táctico e, até físico, sem esquecer o do talento, mas muito manhoso.
Por vezes, Rui Vitória transmite a ideia de ser demasiado ingénuo para um cargo tão escrutinado como é o de treinador do Benfica. Noutras, deixa perceber que não entende a plenitude do jogo, quando este lhe exige medidas diferentes das que planeou no seu gabinete ao longo da semana. E passa, quase sempre, um discurso confuso e pouco objectivo, no tom, na forma e no conteúdo, com subentendidos e alusões mais ou menos vagas que não atrasam nem adiantam.
Na verdade, é uma questão de carisma. Ou se tem e tudo corre sobre rodas, mesmo nos momentos de insucesso, ou não se tem e se enfrenta a vida com cara de pau, lutando contra os elementos, sempre na iminência de ser levado nalguma enxurrada.
Agora vejamos Rui Vitória: se perde é um azelha, se empata não tem liderança para fazer a diferença, se ganha não faz mais do que a obrigação.

Concluindo, digo eu:
Porque citou Mourinho no seu “escrito”, parafraseando o que ele endereçou a um também jornalista: Respeito, muito respeito.
Rui Vitória, recordo agora, também é o treinador com mais títulos na 1ª Liga, de todos os que disputam o actual campeonato.

Comentar post





Comentários recentes

  • Anónimo

    Moral da história, todos os processos a que o Benf...

  • José Brito

    "Encontram-se ainda vários pedidos para ‘discoteca...

  • Anónimo

    Se as pessoas não estão contentes com o que é "ofe...

  • Anónimo

    Este artigo peca por misturar o que não pode ser m...

  • Marco Hugo

    A lista dos ex-árbitros espiados no caso ‘E-Toupei...