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     O Captain ! my Captain ! our fearful trip is done;

    The ship has weather'd every rack, the prize we sought is won;

    The port is near, the bell I hear, the people are exulting…

 

    Ó Capitão, meu capitão! Terminada está a terrível jornada,

    Vencidas todas as tormentas, está conquistado o prémio que buscamos

    O porto está à vista, já ouço o sino e como o povo exulta…

 

Longe de mim ousar traduzir Walt Whitman, o grande poeta do sonho americano, mas não podia deixar de me lembrar deste marco da literatura perante o pequeno dilema sportinguista com a questão dos capitães da nova equipa - a dramática sucessão de Rui Patrício e William Carvalho, que, tal como na descrição do poeta, também “tombaram, frios e mortos” no convés, lutando contra as adversidades.

É um bom sinal que, mesmo assim, a terrível tempestade esteja ultrapassada, que a grande nau esteja a chegar a bom porto, olhos postos na recompensa, com o povo em festa e os sinos a repicar. E que se possa tranquilamente entregá-la a novos capitães.

É o Sporting verdadeiro a regressar da aventura mais perigosa, com mazelas, mas são e salvo. Com renovadas e frescas lideranças, como é necessário depois de cada acidente de percurso.

Nani é consensual pelo estatuto e pela ligação umbilical e não deve tardar a assumir-se como líder do balneário.

Mais complicado é o reconhecimento de Bruno Fernandes: nem estatuto, nem histórico de clube, apesar de ser o melhor valor individual do plantel. Não é consensual fora do balneário, por causa dos acontecimentos do defeso, mas o treinador procura insuflar-lhe confiança e responsabilidade com a maior brevidade.

Coates é um jogador admirado, mas muito discreto. Se tem perfil de capitão, só a equipa sabe, mas nesta fase de exteriorizar uma atitude impositiva e de força, talvez não seja o mais indicado.

Mathieu será outra possibilidade, na mesma linha discreta de Coates, como jogador estrangeiro que defende prioritariamente a sua posição e a sua carreira, sem aprofundar a ligação ao clube.

E, finalmente, Bas Dost, que pode ter a vantagem de ser o dissidente com maior aceitação no coração leonino, assim recomece rapidamente a marcar golos. É também o jogador de maior prestígio internacional, a par de Nani.

Como diriam em outros clubes de poetas, “Sporting, Carpe Diem”.

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