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Se a violação de informação confidencial visa tirar vantagem no terreno desportivo, já se pode afirmar que o FC Porto é o grande vencedor do campeonato dos “hackers”, concorrendo com um profissional de alto gabarito internacional, enquanto o Benfica se servia de amadores pacóvios e deslumbrados pelos croquetes da Luz. 

O FC Porto dispõe de um “hacker” de última geração, o Benfica ataca com toupeiras descuidadas. O resultado está à vista.

Quando se trata de jogo à margem da lei, o Benfica perde invariavelmente, por amadorismo dos seus operacionais. É o que chamo de “síndrome Calabote”, em que a águia fica com a má fama e os outros com os campeonatos.

O perfil público do novo “player” do que já se admite ser uma associação entre quem rouba a informação e quem a divulga foi montado nas últimas 24 horas, através de informações dispersas, algumas mal confirmadas: 29 anos, natural de Gaia, licenciado em História, adepto do FC Porto, cidadão do Mundo sem vontade de regressar a casa, em fuga algures entre Vigo e Budapeste, “interrogado” (culpado, inocente?) por um desvio de fundos de um banco offshore, frustrado num crime de extorsão a um poderoso agente internacional de futebol e fornecedor de material “hackeado” ao clube do coração a título gracioso. Há ainda quem o considere um génio da informática, para surpresa da família.

Agora vejamos o perfil das “toupeiras”: a rondar os 50 anos, funcionários públicos, adeptos do Benfica, de origem provinciana, orgulhosos de se mostrarem no Facebook em poses de meter nojo, piratas informáticos nas horas vagas e incapazes de apagar o rasto das suas violações, sem cadastro e fáceis de encontrar pela PJ. As famílias deviam estar convencidas de que eram muito mais inteligentes.

Depois, ainda temos o confronto entre os receptadores. Jota Marques versus Paulo Gonçalves, o comunicador profissional contra o rato de gabinete, o indigente sem nada a perder contra o estratego discreto e calculista. Num cenário tão obscuro, quem controla a comunicação e os respectivos meios leva enorme vantagem.

Está à vista o desfecho desta competição paralela: uma imagem detestável que vai envergonhar gerações de adeptos do Benfica, a par da recuperação da vantagem competitiva do FC Porto consubstanciada em triunfos no campeonato.

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