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Até ao momento, a venda de João Carvalho ao Nottingham Forest pela incrível soma de 15 milhões de euros custeou todas as aquisições do Benfica e as de André Horta e Bryan Cristante chegam e sobram para os prémios de assinatura dos jogadores contratados a “custo zero”. Mas ainda falta realizar muitos negócios, não esquecendo que o Benfica está numa corda bamba pela necessidade de ter uma equipa para a Liga dos Campeões que se pode tornar num enorme fardo excedentário a dois dias do encerramento do mercado, se as coisas correrem mal no play-off.

Muitos adeptos dos clubes grandes e em particular do Benfica sofrem com a saída prematura dos seus meninos e sua substituição por estrangeiros pouco conhecidos ou sem credenciais internacionais, como são os casos dos contratados até agora. O Seixal aparece agora menos como um alfobre de ídolos desportivos, mas muito mais como banco de soluções financeiras.

Bernardo Silva praticamente não jogou pelo Benfica. João Cancelo idem. Gonçalo Guedes saiu a meio de uma época em que podia ter sido o melhor jogador da Liga. Renato Sanches também foi arrancado prematuramente dos braços protectores da mãe-Seixal.

Todos hoje ao serviço dos principais desafiadores não espanhóis do Real Madrid, também sairam pelo preço taxado pelo agente que regula o mercado encarnado, à excepção do médio do Bayern, pelos tais 15 milhões de euros que constituem uma bitola de referência, gerando mais-valias que permitem ao Benfica intervir com margem de manobra nos mercados principais.

Se Ruben Dias permanecer pelo menos mais uma temporada, deverão estar asseguradas as compras de 2019, sem esquecer a série de jovens da última fornada que também já estão nas listas de compras de alguns grandes europeus.

Há duas conclusões a tirar desta “cedência” aos mercados, em contramão com a vontade quixotesca e romântica de apresentar nas competições nacionais e europeias uma equipa com a marca “da formação”:

1 - salvo raras excepções, do tipo Mbappé, nenhum jovem de 19 anos consegue hoje entrar e manter-se numa equipa que lute por títulos;

2 - o scouting de jogadores maduros em fim de contrato tem importância transcendente e decisiva para a formação de equipas competitivas. 

Ruben Dias foi um achado na segunda metade da temporada, mas o mal já estava feito: com Seferovic, Douglas e Gabriel Barbosa, começou no ano passado a perda de título nacional e a desastrosa campanha na Champions League.

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