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O mais importante desta noite foi a Inglaterra ganhar finalmente um desempate por grandes penalidades, mas ninguém pode ficar indiferente ao que o jovem defesa central colombiano Yerri Mina realizou nesta prova.

Dias depois de ser dispensado pelo Barcelona, ao fim de seis meses e apenas seis jogos na Liga espanhola, Mina tornou-se no primeiro defesa a marcar três golos de cabeça num Mundial, algo só alcançado por grandes avançados como Kocsis, José Augusto, Gerd Muller, Paolo Rossi ou Miroslav Klose. É também apenas o terceiro defesa a marcar 3 golos num Mundial, depois dos alemães Paul Breitner e Andreas Brehme, respectivamente em 1974 e 1990, mas o primeiro a fazê-lo sem golos de pênalti.

Quem acompanhou o ano e meio de Mina no Palmeiras, campeão brasileiro de 2016, quando despertou a atenção do Barcelona, entenderá melhor esta proeza individual. Desde os tempos do Santa Fé, Mina sempre fez bom uso dos seus quase dois metros de altura e 90 quilos de peso, quer na área defensiva, quer nos lances ofensivos de bola parada.

No seu Mundial de apenas três jogos, Mina fez três remates à baliza, um por partida, e marcou três golos - 100 por cento de aproveitamento.
Frente à Polónia, canto curto na direita, cruzamento de James Rodriguez e cabeceamento frontal, abrindo o caminho à vitória larga por 3-0.
Frente ao Senegal, canto na direita de Quintero e antecipação ao primeiro poste, ditando o apuramento pra os oitavos-de-final e a eliminação dos africanos.
Hoje frente à Inglaterra, no penúltimo minuto da partida, canto da direita de Cuadrado e cabeceamento frontal a levar o jogo para o prolongamento.
Se havia alguém na Colômbia que justificou seguir em prova era ele. O resto da equipa fez muito menos e, de facto, não merecia eliminar os ingleses.

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