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José Pé Quente

05.10.18

Em pouco mais de dois meses, José Peseiro conseguiu a improvável proeza de instilar a dúvida no cérebro dos milhões de adeptos do Sporting que ficaram horrorizados com a sua contratação por Sousa Cintra.

Não exageremos, mas o que está a acontecer pode vir a terminar - quem sabe? - na mais incrível história de superação e reconciliação do futebol português.

Nove jogos, oito resultados positivos, proximidade dos lugares de liderança e, sobretudo, recuperações épicas, a evidenciar mentalidade forte, em várias situações complicadas, como ontem na Ucrânia.

Já se fala em “pé quente”, dando explicitamente a volta à imagem do “pé frio” e do “Pé zero” com que tinha sido recebido nesta segunda missão em Alvalade.

Depois de um treinador que conseguiu perder um jogo que ganhava aos “otchenta e otcho” minutos, o Sporting tem actualmente um treinador que consegue vencer uma partida que perdia aos 89.

Gozado durante uma década em surdina por causa da falta de pulso sobre Fábio Rochemback, que o insultou numa substituição, é agora felicitado abertamente pela força e segurança que demonstrou ao colocar Nani na ordem, de forma exemplar, após uma ofensa semelhante.

Desconsiderado por não ter conseguido resultados com um plantel de luxo (Ricardo, Polga, Rui Jorge, Rochemback, Pedro Barbosa, Hugo Viana, Niculae e Liedson), arranca hoje aplausos pela gestão de um balneário a sair de uma guerra civil.

O treinador que tinha perdido a final da Taça UEFA em casa começa agora a ser visto como o treinador que conduziu o Sporting à sua única final europeia em 50 anos.

Volto a citar o meu filósofo anónimo preferido: o futebol é isto mesmo.

 

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