Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]





Comentários recentes

  • Sofia

    Eu concordo. A França é a última equipa que quero ...

  • Anónimo

    Com o devido respeito "...era do lado dela que tod...

  • Pedro

    Levou bagagem para 8 jogos e um cofre para levar a...

  • HD

    E nós vamos tirar as teimas da motivação das equip...





Cinco das maiores revelações do Mundial são ingleses, alguns já conhecidos dos clubes, outros com mais de 25 anos, mas todos com quase nula experiência na selecção principal: o guarda-redes Pickford, o lateral Trippier, o central Maguire, o médio ofensivo Lingard e, ainda, o avançado Alli, o mais jovem mas também o único com mais de uma dúzia de internacionalizações quando aterraram na Rússia.

Todos excederam as expectativas em termos de rendimento, correspondendo às apostas algo temerárias do seleccionador, adaptando-se a uma nova concepção táctica e a funções diferentes do seu quotidiano nos clubes, e têm agora em comum um horizonte brilhante que contempla os dois próximos Europeus e pelo menos mais um Mundial.

Todos são produtos das transformações operadas na Federação inglesa depois de falhar a presença no Europeu de 2008. O ciclo de aposta na formação, que se seguiu, começou a dar frutos há quatro anos e coloca neste momento a Inglaterra como maior potência mundial do futebol jovem, campeã mundial de sub-17, campeã mundial de sub-20 e bicampeã do torneio de Toulon (sub-20), com partes destes trajectos feitos sob a responsabilidade do actual seleccionador principal Gareth Southgate. O pior resultado dos últimos anos foi o 3.º lugar no Europeu de sub-21 de 2017.

Isto significa que nos próximos tempos vão continuar a chegar à selecção principal grandes valores, pois a estrutura de competição com várias divisões profissionais e, sobretudo, os campeonatos de sub-23, garantem espaço para a evolução e afirmação dos jovens, não obstante a dificuldade em entrarem nos clubes principais, onde predominam os estrangeiros. Nesse quadro de dificuldade, porém, nenhum jovem inglês tem necessidade de emigrar e a seleção inglesa é a única semifinalista do Mundial sem qualquer emigrante, uma vez que a pressão dos adeptos ajuda à sua afirmação sempre que se coloca a opção entre um inglês e um estrangeiro de valor idêntico.

Autoria e outros dados (tags, etc)





Comentários recentes

  • Sofia

    Eu concordo. A França é a última equipa que quero ...

  • Anónimo

    Com o devido respeito "...era do lado dela que tod...

  • Pedro

    Levou bagagem para 8 jogos e um cofre para levar a...

  • HD

    E nós vamos tirar as teimas da motivação das equip...