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Cinco das maiores revelações do Mundial são ingleses, alguns já conhecidos dos clubes, outros com mais de 25 anos, mas todos com quase nula experiência na selecção principal: o guarda-redes Pickford, o lateral Trippier, o central Maguire, o médio ofensivo Lingard e, ainda, o avançado Alli, o mais jovem mas também o único com mais de uma dúzia de internacionalizações quando aterraram na Rússia.

Todos excederam as expectativas em termos de rendimento, correspondendo às apostas algo temerárias do seleccionador, adaptando-se a uma nova concepção táctica e a funções diferentes do seu quotidiano nos clubes, e têm agora em comum um horizonte brilhante que contempla os dois próximos Europeus e pelo menos mais um Mundial.

Todos são produtos das transformações operadas na Federação inglesa depois de falhar a presença no Europeu de 2008. O ciclo de aposta na formação, que se seguiu, começou a dar frutos há quatro anos e coloca neste momento a Inglaterra como maior potência mundial do futebol jovem, campeã mundial de sub-17, campeã mundial de sub-20 e bicampeã do torneio de Toulon (sub-20), com partes destes trajectos feitos sob a responsabilidade do actual seleccionador principal Gareth Southgate. O pior resultado dos últimos anos foi o 3.º lugar no Europeu de sub-21 de 2017.

Isto significa que nos próximos tempos vão continuar a chegar à selecção principal grandes valores, pois a estrutura de competição com várias divisões profissionais e, sobretudo, os campeonatos de sub-23, garantem espaço para a evolução e afirmação dos jovens, não obstante a dificuldade em entrarem nos clubes principais, onde predominam os estrangeiros. Nesse quadro de dificuldade, porém, nenhum jovem inglês tem necessidade de emigrar e a seleção inglesa é a única semifinalista do Mundial sem qualquer emigrante, uma vez que a pressão dos adeptos ajuda à sua afirmação sempre que se coloca a opção entre um inglês e um estrangeiro de valor idêntico.

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