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A França ganhou tangencialmente (2-1) à Austrália num jogo típico de início de campanha de selecção grande frente a adversário mais fraco: baixa intensidade, controlo do adversário e gestão do tempo e resultado.
Do lado contrário, toda a aplicação de meses de trabalho focados na estreia e a consolação de uma derrota tangencial. A Austrália é candidata a três derrotas neste grupo e uma já está.
A substituição precoce de Griezmann foi a ocorrência mais estranha da partida, dando conta da insatisfação do seleccionador Deschamps, mas não aconteceu nada que colocasse em risco os objectivos: vitória, desenvolvimento colectivo (apesar das ausências dos laterais Sidibé e Mendy) e desgaste q.b.
O erro primário de Umtiti que permitiu à Austrália empatar 1-1 a meia hora do fim é outro incidente que ajudará ao reforço da concentração nos jogos de maior exigência que se seguem.

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