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O mais interessante deste dia de estreia da Liga Revelação Sub-23, organizada com evidentes cuidados pela Federação Portuguesa de Futebol, é o efeito nas audiências tv. 

À mesma hora dos jogos da nova competição, todos transmitidos em streaming e um em canal aberto no cabo (TVI24), a Liga decidiu realizar o Académica-Paços de Ferreira, da segunda divisão profissional. É uma dura prova para o cartaz da Segunda Liga, uma vez que a concorrência dos sub-23 foi um Braga-Benfica e não tenho grandes dúvidas sobre qual teve mais telespectadores.

Talvez mesmo o streaming do espectacular Vitória-Sporting tivesse mais audiência do que o jogo da Segunda Liga, com uma promoção maior por parte da FPF, que mantém uma divulgação low profile da nova competição.

A Liga anunciou que faria cobertura televisiva de todos os jogos do seu segundo campeonato, mas trata-se de paytv, ao contrário do streaming da FPF que é aberto e gratuito. Ou seja: vê-se o Benfica e o Sporting sub-23 sem custos, mas paga-se para ver o Mafra e o Famalicão.

Há muitos casos de estudo recentes de criação de novos campeonatos em vários pontos do Mundo, alicerçados sempre na divulgação massiva através do aproveitamento combinado das ferramentas online. Por isso, dá pena que o site oficial da Liga, por exemplo, seja tão antiquado e desinteressante e que o protagonista mais vezes destacado seja o presidente Pedro Proença, os seus almoços, recepções e idas aos estádios.

A FPF já anunciou que vai criar um canal de tv dedicado e conteúdos não lhe faltam. Os clubes não se organizam nem se deixam organizar e vão perder mais este negócio. É a vida.

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