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Mais um golo de penalti, um de livre direto e outro de pontapé de canto a encorparem a surpreendente vitória do Japão sobre a Colômbia (2-1). O Mundial de 2018 transformou-se em grande festa da bola parada, parecendo já assegurado que serão batidos todos os recordes neste capítulo.
As equipas são cada vez mais aptas e treinadas, seguindo métodos praticamente iguais de preparação, deixando pouco espaço à criatividade individual e ao sucesso de jogadas colectivas, excepto as de contra-ataque rápido. O jogo organizado, com o acerto do passe a superar quase sempre os 90%, não chega para o golo, porque toda a gente defende com nove, dez ou mesmo onze jogadores e a superioridade física deixou de ditar diferenças a este nível mais elevado. Não fosse o jogo de abertura entre Rússia e Arábia Saudita, com quatro golos de jogada corrida, e esta estatística estaria mais desequilibrada do que nunca.
Os golos de penalti resultam diretamente da implementação do VAR, que apertou o rigor das avaliações. Já são 8, quando em todo o Mundial anterior foram apenas 12.
Os golos de livre nascem do talento diferenciado (hoje Quintero, depois de Golovin, Ronaldo, Kolarov). No Brasil-2014 houve apenas 3, em toda a competição.
Os golos de pontapé de canto como o de hoje do japonês Osako e os dois de ontem de Harry Kane são, apesar de tudo, um tributo ao jogo colectivo. Talvez por isso, mais raros: apenas 4 até agora, em linha com os 16 em toda a competição de há quatro anos.

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