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Fernando Santos tenta galopar o achado de Verão que lhe permite voltar a respirar tranquilamente durante a próxima época, não resistindo aludir a quem o tenha criticado mais acintosamente pelo futebol pobre exibido pela selecção no último Mundial.

Ou o sol e a praia operaram milagres em jogadores como João Cancelo, Ruben Neves, Ruben Dias, Mário Rui, Pizzi, Bruma, Renato Sanches ou Sérgio Oliveira, ou a correcção de rumo e velocidade que acaba de realizar peca por muitos meses de atraso, certamente por falta de fé.

Há um mês, ao contrário do que ele diz a piscar o olho ao povo indefectível, não éramos “coitadinhos”, mas também não tínhamos o mesmo sentimento de confiança no futuro.

A renovação acelerada dos jogadores e da estratégia de jogo só se justificam por, também na cabeça do seleccionador, a equipa anterior não ter estado à altura do que se lhe podia exigir e ser imperioso iniciar um novo ciclo - o que constitui um ‘mea culpa’ indirecto do responsável por tudo.

Do Mundial, ficou a certeza de que aqueles jogadores, aquela equipa, não podiam jogar melhor nem alcançar uma classificação mais alta. O que ninguém podia assegurar era que tinham ficado de fora jogadores que podiam constituir uma selecção mais forte - responsabilidade única e absoluta do seleccionador nacional, que tem todas as ferramentas de análise e o poder de decisão.

Com a nova convocatória e, sobretudo, depois dos jogos com Croácia e Itália, ressalta a sensação de que alguns dos melhores não foram à Rússia ou não jogaram onde deviam, como William Carvalho, Bernardo Silva, Mário Rui ou Ruben Dias. E que, por isso, as críticas mais ácidas que muitos fizeram, em particular à falta de audácia e de um jogo mais positivo, estão sempre latentes no discurso do próprio seleccionador.

Depois do jogo com a Espanha disse que “temos capacidade de fazer melhor”. Depois da vitória tangencial sobre Marrocos confessou ser “inexplicável” a falta de qualidade. Após o empate com o Irão exclamou um “Graças a Deus passámos”. E finalmente admitiu que na derrota com o Uruguai se “devia ter feito mais”.

Portanto, bem vistas as coisas, o primeiro crítico do que se fez ou não se fez no Mundial foi o próprio Fernando Santos, cujo poder lhe permite agora recomeçar o trabalho com um plantel extremamente renovado. Com jogadores que ou fizeram algum trabalho miraculoso nas férias ou já deviam ter estado no campeonato do Mundo…

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