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Pela quinta vez, sempre em solo europeu (1934, 1966, 1982, 2006 e 2018), os quatro semi-finalistas pertencem à UEFA e um deles será campeão. A Bélgica mudou de identidade, engendrou uma solução diferente em honra do adversário mais difícil e surpreendeu o Brasil, num jogo em que os foras-de-série Courtois, De Bruyne, Hazard e Lukaku estiveram ao melhor nível das suas capacidades, com o guarda-redes a exceder-se, até.

Chamam-lhe o efeito da continentalidade, que só por uma vez foi contrariado, quando o Brasil de Pelé ganhou o Mundial da Suécia há 60 anos. 

Neymar foi oito vezes ao chão, mas sofreu apenas duas faltas e ainda agravou a sua má imagem internacional com uma grosseira simulação de pênalti. Sai de prova muito longe do objectivo, uma vez mais adiando a projeção para o patamar dos melhores do mundo.

Ao contrário, De Bruyne e Hazard continuam a subir na hierarquia, bem preparados para confrontar a França nas meias-finais.

Ao intervalo, já o destino brasileiro estava traçado, pois neste ponto da competição com adversários do maior calibre é impossível recuperar uma desvantagem de dois golos ao intervalo. Só o Brasil já perdeu dez vezes nestas condições: luta-se, mas não há nada a fazer.

O treinador espanhol dos diabos vermelhos surpreendeu com a mudança da estrutura táctica da equipa, reforçando as soluções defensivas, com uma linha de quatro muito mais recuada, com Kompany também em crescendo e aumentando a agressividade do meio-campo com Fellaini e Chadli, os jogadores que deram a volta ao jogo com o Japão, no apoio a Witsel.

E as estrelas fizeram o resto, repetindo o formato dos golos aos japoneses: um de canto e outro em contra-ataque fulminante a sair de um pontapé de canto do adversário.

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