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Diferenças que desvirtuam o Mundial



Imaginar um Mundial com mais 12 selecções ao nível do Panamá é olhar para um campeonato sem sentido (2026) e contracorrente com a solução que a UEFA começou a encontrar com a nova Liga das Nações.



Panamá, Tunísia e Arábia Saudita sofreram um quarto dos golos registados até agora. O desnível desde grupo G conta-se muito simplesmente na média de 5 golos por jogo, contra a média geral de apenas 2 de todas as outras series do Mundial da Rússia.



Os jogadores do Panamá não cabem em qualquer Liga europeia e os ingleses acham que o conjunto não teria lugar em nenhuma das suas múltiplas divisões profissionais inferiores. Há um guarda-redes veterano que actua na Roménia e três ou quatro na Liga dos Estados Unidos - todos os outros são o que poderíamos definir como não-amadores.



Mereceram chegar ao Mundial (enfim, tirando aquele irregular golo decisivo com a Costa Rica), mas acabam por desvirtuar o nível da competição e, até, o prémio individual de melhor marcador. Uma coisa é fazer um hat-trick à Espanha, mesmo incluindo um penalti, um livre e um golo fortuito, outra coisa é o hat-trick de Harry Kane ao Panama (o primeiro da Inglaterra desde Gary Lineker há 32 anos), curiosamente com dois penalties e um “chouriço”.



A Inglaterra e a Bélgica têm uma primeira fase mais suave e veremos que implicações isso terá nos jogos a eliminar contra adversários que foram forçados a correr atrás de resultados, como aconteceu em todos os outros grupos até agora.



Mesmo num jogo completamente desigual, o sortilégio do futebol permite que o jogador estreante mais velho de sempre a marcar um golo (Baloy, 37 anos) coloque a definição do grupo em risco de ser determinada por sorteio.



Com um score igual de 8-2, Inglaterra e Bélgica vão discutir o primeiro lugar, no seu primeiro jogo “a sério”, com os ingleses para já em vantagem por um cartão amarelo. Se empatarem e os ingleses virem mais um amarelo, a classificação será determinada por sorteio.

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