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Deu Galo

21.06.18

O Galo manda o Peru para casa, com um golo solitário do mais jovem francês de sempre a marcar num Mundial, Mbappé. E, como no Portugal-Marrocos, venceu a equipa mais forte e perdeu a que jogou melhor.

Explicando: as selecções favoritas entram nestas competições com um sentido prático de assegurar a qualificação para os oitavos-de-final, prioritariamente a realizar grandes espectáculos. Sabem que ainda vêm muitos jogos pela frente e é preciso pragmatismo, em particular na gestão dos recursos físicos, no final de uma época extremamente desgastante. A forma deve crescer com a fasquia das dificuldades nas fases mais avançadas.
Ao intervalo, dizia Patrice Evra na televisão inglesa que esperava que a equipa mantivesse no segundo tempo a humildade de saber conservar o resultado e que não cedesse à tentação do “futebol champanhe”, como os franceses designam o jogo mais espectacular e “desrespeitoso” para adversários com qualidade. Insistia que o foco é a qualificação e não o espectáculo.
O Peru, tal como Marrocos, exibiu do melhor futebol que já se viu neste campeonato. Mas também não conseguiu marcar um golo e sai da competição com duas derrotas tangenciais. Não é à toa que se trata das duas selecções que estavam há mais tempo longe destas andanças: a ingenuidade paga-se e a experiência vale muito para uma próxima oportunidade.

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