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Pressionar, segurar, manietar Neymar é a fórmula que retira 60 por cento, ou mais, da dinâmica ofensiva da selecção do Brasil. A Suíça mostrou como se faz e tenho a certeza de que nos próximos dias vamos ouvir algo parecido com um “deixem jogar o Neymar”, perante o receio de que não tenha ainda atingido a forma física necessária para marcar a diferença.
A estrela brasileira sofreu dez faltas (contando apenas as assinaladas), quase o triplo das cometidas sobre Cristiano Ronaldo e Lionel Messi nas partidas de abertura, mas sempre muito longe da baliza e da grande área. Pelo preço de três cartões amarelos, a Suíça secou o abastecimento a Gabriel Jesus e manteve Neymar afastado da zona de definição.
A pressão vai aumentar com a descoberta de que, afinal, o Mundial não será um passeio e que a chacota sobre a Argentina pode ter começado cedo de mais.

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