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Parece que estou a ouvir Rui Vitória na cabina do Benfica antes do jogo (e também ao intervalo): “cruzem, cruzem muito, da esquerda, da direita, de trás, de frente, cruzem que está lá o Ferreyra”.

E eles assim fizeram: André Almeida cruzou oito, Grimaldo cruzou seis, Zivkovic cruzou quatro, Cervi cruzou outras quatro e, até, Seferovic, promovido a extremo-esquerdo, cruzou mais duas.

Ao todo, dos pés de estes cinco jogadores que atuaram nos flancos do ataque do Benfica frente ao PAOK sairam 24 centros para a frente da baliza. Podemos juntar-lhes ainda mais alguns feitos por outros colegas, para um total de 31 cruzamentos, dos quais tiveram sequência e foram aproveitados apenas quatro, três deles por André Almeida em bolas paradas.

O bom do Ferreyra, cujo valor individual não pode ser questionado, só ganhou três duelos na grande área e fez dois remates, um a seguir ao intervalo, outro no final da partida. No reto do tempo, andou perdido e isolado a olhar para o ar, sem saber como chegar à bola.

O Benfica tem no Seixal um célebre laboratório de análise que deve dissecar estes dados muito melhor que eu. Portanto, é de esperar que, após este jogo, Rui Vitória altere profundamente o método de finalização preconizado para uma equipa que joga muito bem até 30 metros da baliza. Os mesmos 30 metros que José Maria Pedroto dizia faltarem ao futebol português… há 40 anos.

 

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