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Chegou ao debate televisivo, como uma querela clubística, a queixa do Benfica contra alguns bloggers anónimos que divulgaram correio electrónico devassado e alegadamente comercializado por hackers.

Há clubes, ou pelo menos alguns porta-vozes de clubes, que defendem a manipulação de informação na rede, se for em sentido contrário ao clube rival, nesses sites de nomes difusos e sem autor identificado.

Defendem, 44 anos depois do fim da censura em Portugal, uma prática de guerrilha clandestina, completamente à margem da lei e da democracia. Pessoas muito conhecidas e com grandes responsabilidades sociais aparecem a defender a irresponsabilidade de desconhecidos! Mas com argumentos absolutamente contraditórios e incompreensíveis.

Por um lado, censura-se com veemência a investida do Benfica contra “pequenos” bloggers, uma luta, sem dúvida, desproporcional, que chegou à Justiça norte-americana porque em Portugal não existem mecanismos judiciais efectivos contra a difamação através da internet.

Por outro, alega-se que não existe qualquer anormalidade, muito menos ilegalidade, porque a informação em causa já teria sido divulgada antes nos meios de comunicação, jornais e televisões.

Se os dados da equação fossem estes, não veria razão para a queixa do Benfica, que seria indeferida, mas ainda vejo menos justificação para tanto receio da parte dos bloggers em causa e dos seus defensores.

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