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Há muito não se via numa competição como o Mundial uma equipa a defender com onze jogadores dentro da própria grande área e num sistema de 6-3-1, seis defesas, três médios defensivos e um “à pesca”. Um autocarro longo e com dois andares, a obrigar a um trabalho de enorme paciência a que, todavia, os espanhóis, sobretudo os de Barcelona, estão muito habituados.
Foi assim que o Irão atrasou 55 minutos o golo da Espanha, que veio a aparecer numa carambola dentro da área, que penalizou a escolha de Carlos Queiroz. Normalmente estas especulações exclusivamente defensivas são penalizadas mais tarde ou mais cedo e não se justificam em função das virtualidades positivas de que as equipas abdicam, como se revelou neste caso também. O Irão tem futebol para jogar de outra forma e deu para ver que Portugal vai sofrer na segunda-feira.
A perder, os asiáticos estenderam-se em 4-4-2 e passaram a jogar de igual para igual, ficando muito perto de alcançar o empate. E assim apresentaram duas versões bem distintas, que darão algum trabalho de pesquisa a Fernando Santos.
Que Irão irá aparecer frente a Portugal? Possivelmente o da segunda parte, porque o empate não lhe chega, mas em caso de conseguirem adiantar-se no marcador, fica desde já o alarme para o enorme perigo de não se conseguir depois derrubar o muro asiático. E este Irão em 4-4-2, muito agressivo, rápido sobre a bola e forte fisicamente, é um adversário complicado, capaz de criar ocasiões, muito mais competitivo do que aquele que só pensava em defender, enervar os espanhóis e fazer perder tempo útil de jogo. Por isso, há que evitar a todo o custo que o Irão possa marcar primeiro.

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