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J Q M

Fui jornalista, estive em todo o tipo de competições desportivas ao longo de mais de 30 anos e realizei o sonho de participar nos Jogos Olímpicos. Agora, continuo a observar o Desporto e conto histórias.

J Q M

Fui jornalista, estive em todo o tipo de competições desportivas ao longo de mais de 30 anos e realizei o sonho de participar nos Jogos Olímpicos. Agora, continuo a observar o Desporto e conto histórias.

Diz a estatística que a França atingiu os 100 por cento de eficácia ofensiva nos últimos dois jogos do Mundial: 4 golos em 4 remates à baliza frente à Argentina, 2 em 2 frente ao Uruguai.

Mais uma estatística enganadora, quando revemos o segundo golo de hoje, só possível porque Muslera vestiu a pele de Karius, escolhendo o pior palco e o pior dia para dar o frango da sua vida.

Frango? Nem toda a gente está de acordo. Depois de vários dos guarda-redes do Mundial se terem queixado, o veterano Pepe Reina saiu a terreiro em defesa de Muslera e culpa os fabricantes de bolas, a Adidas em particular - uma luta contra as trajectórias esquisitas há cerca de dez anos, desde a tristemente célebre bola Jabulani.

“Vamos continuar a inventar bolas se, se… que aos guarda-redes nos vai parecer cada vez mais fácil intuir ou adivinhar as trajectórias, Espectáculo procura-se de outro modo!”, escreveu Reina no Twitter, dando o mote para uma análise mais aprofundada