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E, no início, perdeu a Alemanha. Extraordinário jogo da selecção do México impôs uma derrota (0-1) aos campeões do Mundo, que podia ter atingido proporções catastróficas, tantas foram as ocasiões de golo desperdiçadas numa magistral demonstração de futebol de contra-ataque.
É incompreensível o equívoco táctico dos alemães, muito bem aproveitado pelos mexicanos, mas ainda mais inexplicável foi a incapacidade de corrigir e alterar. Raramente se vê uma equipa de primeiro nível não ser capaz de rectificar, mudar e, pelo menos, tentar alterar o rumo dos acontecimentos durante 90 minutos, cometendo perto do final os mesmos erros da primeira parte, que podiam ter custado uma desvantagem de três ou quatro golos ao intervalo.
Não é a primeira vez que os alemães entram mal e sabemos como acabam. Em 1982, perderam o primeiro jogo com a Argélia, mas chegaram à final de Madrid com a Itália.
O México, um cliente habitual dos oitavos-de-final, estará a apresentar a sua melhor selecção de sempre, com os portistas Herrera e Layún em posições de destaque. Foi brilhante o desempenho táctico a tirar todo o partido do espaço oferecido pelo arriscadíssimo 2-4-4 da Alemanha, sempre com um enorme buraco na frente dos defesas centrais, mas talvez nos jogos seguintes (Coreia do Sul e Suécia) não disponha de tanto espaço e condições para o contra-ataque.

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