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A Vida de Modric

07.07.18

O motor da Croácia, Luka Modric, prossegue a sua corrida à Bola de Ouro: melhor jogador do Mundial primeiro, melhor jogador de 2018, no final do ano. Ainda faltam dois jogos decisivos, há franceses, ingleses e belgas na corrida, mas a performance do médio do Real Madrid nas primeiras cinco jornadas é constante, tendo ganho já três prémios de melhor em campo.

Quando vários colegas ameaçavam cair para o lado no segundo prolongamento consecutivo, Modric acelerava com bola no meio-campo russo e não desistia de colocar a Croácia em vantagem, tentando evitar um desempate dramático em terreno adverso.

E assim apontou o canto para a cabeça de Vida, o segundo golo de cabeça da noite - o dobro do que a Croácia tinha marcado em toda a história das participações em Mundiais. 

E depois executou com alma e sorte o pênalti da vantagem sobre os russos, inspirando Vida e Rakitic, que se lhe seguiram para tornar a Croácia apenas na segunda selecção a ultrapassar dois desempates por penalties no mesmo campeonato (depois da Argentina em 1990).

O trabalho incansável, positivo e humilde de Modric é uma das imagens de marca deste campeonato. Com Neymar e Coutinho, Ronaldo e Messi, Ozil e Iniesta, todos já em férias, o líder croata compete agora com a força de De Bruyne, o repentismo de Hazard, a potência de Mbappé, o imprevisibilidade de Griezmann e a frieza de Kane. Acho que ele tem um pouco de todas essas características, no corpo mais enganadoramente franzino desta competição de atletas.

É a Croácia a voltar a pensar num grande título, vinte anos depois do terceiro lugar em França, uma equipa com capacidade de se reinventar tacticamente, como fez hoje para melhor ser capaz de pressionar uma Rússia previsivelmente fechada sobre si própria. 

 

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