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A Colômbia perdeu hoje surpreendentemente com o Japão, depois de ter jogado 90 minutos com menos um jogador. Os colombianos foram vítimas da regra da tripla penalização, alterada há dois anos pelo International Board, mas ainda muito difícil de compreender.
Carlos Sanchez foi expulso aos 3 minutos de jogo (o segundo mais rápido da história dos Mundiais), a equipa punida com pênalti e ele suspenso automaticamente para o jogo seguinte. Imagine-se o contratempo que não é para uma equipa ficar sem um jogador nuclear em dois (de três jogos), depois de um mês de preparação intensiva.
A expulsão foi bem decidida pelo árbitro, pois tratou-se de uma falta por mão “deliberada” a interceptar um remate de golo. Se tivesse sido mão “acidental”, teria sido apenas sancionado com cartão amarelo ou mesmo sem cartão. Mas se a mesma falta tivesse sido cometida fora da área, digamos a uns 20 metros da baliza, já seria considerada a posição do guarda-redes e o cartão vermelho transformado em amarelo.
Ao fim de dois anos de implementação, é uma regra ainda mal definida, mal executada por muitos árbitros e incompreensível para a maioria dos espectadores, um função da ténue diferença entre o acidental e o deliberado, quando se trata de um corte com a mão ou o braço e, como neste caso, o guarda-redes ainda está atrás da jogada.

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