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“Tiger Woods ensinou-nos a importância de não nos preocuparmos com o que os outros pensam de nós, isso simplesmente não interessa. O que importa apenas é o que nós pensamos de nós mesmos. A vida é cheia de obstáculos, alguns provocados por nós e outros que não podemos controlar. Acredita em ti, fecha o círculo e bloqueia o ruído”.

Este comentário do treinador de basquetebol Steve Forbes sintetiza uma das maiores proezas desportivas do século, o regresso de Tiger Woods às vitórias no principal circuito do golfe profissional, ao fim de cinco anos de travessia do deserto.

Ontem venceu o Tour Championship, o torneio de encerramento da época, o que lhe permitiu em acumulação com os resultados anteriores, sagrar-se o segundo melhor jogador da temporada, apenas atrás do inglês Justin Rose, campeão olímpico e actual nº 1 mundial.

Por razões da vida pessoal atribulada e por complicadas lesões nas costas, Tiger Woods tinha visto a carreira de 79 vitórias no Tour da PGA seriamente ameaçada, a um ponto em que ninguém, ninguém senão ele, poderia imaginar tamanha reviravolta.

Em poucas palavras: problemas conjugais seguidos de divórcio litigioso, quatro cirurgias em quatro anos, declínio desportivo descendo 655 posições no ranking mundial, uma detenção por condução sob efeito de medicamentos para as dores.

Patrocinadores vitalícios interromperam os contratos, amigos de longa data viraram-lhe as costas, a família saiu de casa, o golfe abandonou-o, o fim esteve iminente.

O ocaso durou precisamente 1,876 dias, durante os quais foram disputados 239 torneios, tendo participado nalguns deles com lamentáveis resultados. Mas nunca desistiu e vai obter esta semana o prémio maior, ao voltar a representar os Estados Unidos na Ryder Cup, pela primeira vez desde 2012.

Os patrocinadores estão de volta com propostas milionárias, os amigos entopem as redes sociais, os filhos já se aproximaram, o golfe está em festa com alguns dos melhores jogadores a recebê-lo aos saltos no green do 18 em East Lake, o futuro está assegurado.

 

PS: A quem não considera o golfe como desporto, sugiro que experimente bater uma bola no driving range mais perto. O prémio individual de Justin Rose pela vitória na FedexCup é de 10 milhões de dólares e vai subir para 15 milhões no próximo ano: não deve ser pela facilidade.

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