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    E a trocar, troca por quem?

  • Anónimo

    Moral da história, todos os processos a que o Benf...





Um mês e meio depois da invasão de Alcochete, Rui Patrício despediu-se dos sócios do Sporting com uma mensagem clara e assumida. Encerrou o capítulo mais importante da sua vida profissional, enfatizando o que todos pensamos: nunca devia ter sido assim.

Com o tempo, cresce a tendência de desvalorização da gravidade daquele crime, a par do cada vez maior sentimento de raiva pela descoberta de “mercenários” disfarçados nos corpos de “ídolos”. Neste caso de Rui Patrício, tal sentimento é agudo, pelos anos de casa, pela dedicação sem desvios, pelo orgulho na evolução constante do guarda-redes. 

Na cadeia, os “terroristas” pedem liberdade porque se apagou o alarme social com a indiferença das televisões desde o dia da prisão preventiva. No clube, os adeptos clamam por justiça sobre os  jogadores traidores até à última instância. Numa vertente e na outra, estamos ainda muito longe de decisões e da desejada paz leonina, exaurindo o clube numa guerra fratricida e afastando-o progressivamente da sua essência de vida, a concorrência desportiva com os rivais.

Mas, pelo menos, o caso de Rui Patrício está resolvido, com a honra possível para todos. Ele foi o primeiro a declarar a rescisão de contrato, revelando a narrativa que serviu de base aos colegas. Foi o primeiro a chegar a acordo com outro clube, optando por sair do país. E é o primeiro a despedir-se formalmente de sócios e adeptos, virando a página mas reclamando-se tão leão como qualquer outro sportinguista, o que nem todos os dissidentes poderão fazer.

Estava eu a pensar que esta é uma ferida que vai levar muito tempo a sarar na família sportinguista, quando a Federação Portuguesa de Futebol anunciou a mudança do próximo jogo da selecção de Alvalade para a Luz, por causa das eleições leoninas de 8 de setembro.

E pure si muove!

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