Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]





Comentários recentes

  • Anónimo

    Moral da história, todos os processos a que o Benf...

  • José Brito

    "Encontram-se ainda vários pedidos para ‘discoteca...

  • Anónimo

    Se as pessoas não estão contentes com o que é "ofe...

  • Anónimo

    Este artigo peca por misturar o que não pode ser m...

  • Marco Hugo

    A lista dos ex-árbitros espiados no caso ‘E-Toupei...



subscrever feeds



A UEFA adiou por mais um ano a introdução do VAR nas suas provas continentais, de clubes e selecções. O presidente Aleksander Ceferin vai engelhando o nariz, levantando objecções vagas, mas dá para perceber que o problema não é propriamente a solução do árbitro de vídeo, mas sim a falta de confiança numa implementação tecnológica regular e igual em todo o território europeu. 

Se as comunicações podem falhar entre Lisboa e o estádio do Dragão, imagine-se a complicação que não será a manutenção de um sinal claro e estável com cidades e estádios mais “exóticos” na imensa Europa futebolística.

A realidade da UEFA exige algo muito diferente do sistema que está a ser introduzido nos vários países e que teve êxito no último Mundial, com poucos jogos em simultâneo e numa dimensão territorial pequena. O campeonato da FIFA, na Rússia, terá sido o que levantou maiores problemas em termos de amplitude territorial e distância dos estádios relativamente à sede do VAR, depois da liga norte-americana MLS, cujo centro VAR está instalado num local central, no Illinois, relativamente equidistante num país com quatro fusos horários.

Em todo o caso, a grande vantagem de todas as provas em que o VAR foi lançado é a da reduzida simultaneidade de jogos, que facilita a gestão dos recursos nesta fase inicial.

Pelo contrário, esse é o grande problema da UEFA: oito jogos por dia na Liga dos Campeões, 24 na Liga Europa, uma dezena ou mais também nos dias das selecções, de Lisboa a Baku, de Reyjavique a Tel Aviv, sem esquecer as disparidades económicas e logísticas entre os países da Europa ocidental e os outros. Um quebra-cabeças.

Se o video-replay não pode ser considerado como uma inovação em lado nenhum, há países ainda muito atrasados em matéria de tecnologias de informação e na eficácia e estabilidade do hardware.

E assim já se percebem melhor as hesitações de Ceferin, o qual, todavia, acaba de se comprometer com a estreia do VAR na Supertaça de 2019, em Agosto, no estádio do Besiktas de Istanbul, sem colocar de lado a possibilidade de ser na final da Liga dos Campeões, em Maio, em Madrid.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Renato Sanches foi chamado à selecção nacional por Fernando Santos, mas o fenómeno passou ao lado da conferência de imprensa do treinador. Aparentemente, toda a gente achou normal.

O jovem Renato, ainda elegível para a selecção de sub-21, também foi hoje confirmado no plantel do Bayern de Munique para os próximos meses, mas não participou em nenhum jogo oficial esta temporada, em que a equipa alemã já se apresentou em três competições diferentes, Supertaça, Taça e Campeonato.

Renato Sanches jogou 70 minutos no dia 21 de Julho frente ao Paris SG, tendo marcado um golo de livre, e mais 45 no dia 26 de Julho contra a Juventus, nas duas primeiras partidas da International Champions Cup. Não é visto em jogo há 36 dias.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Cristiano Ronaldo foi o único premiado que não apareceu nem mandou representante à entrega dos prémio da UEFA. Deve ser cansativo, ano após ano, passar por aquele cerimonial, ter de ir ao Monaco, ouvir elogios, apertar mãos, rever Florentino, jantar haute cuisine, levar para casa um troféu pesado.

Passou pelo Forum Grimaldi uma brisa gelada quando se percebeu que o melhor avançado da época não estava presente, nem mandara mensagem de video, como fizeram outros dois premiados ausentes. E foi ostensiva a atitude da apresentadora inglesa, ao sentar-se na cadeira vazia, ao lado dos outros dois nomeados, Modric e Salah.

Sabe-se que Cristiano está focado totalmente na rápida adaptação à Juventus e não tem tempo a perder, mas Turim fica bem mais perto do Monaco do que Madrid ou Manchester.

Parece haver aqui uma posição, indecifrável para já, com a agravante do desdém manifestado pela nova competição da UEFA, a Liga das Nações, a confirmar-se que pediu para não disputar o jogo inaugural com a Itália, passando até por cima do facto de ela ter sido concebida com muito importante contributo da Federação Portuguesa de Futebol.

Mais tarde, o seu agente veio declarar que é uma vergonha Cristiano não ter ganho o prémio principal, atribuído a Modric. Ou seja, ao não comparecer, perdeu uma grande oportunidade de afirmar a sua proverbial humildade.
 

Autoria e outros dados (tags, etc)

Pág. 1/6





Comentários recentes

  • Anónimo

    Moral da história, todos os processos a que o Benf...

  • José Brito

    "Encontram-se ainda vários pedidos para ‘discoteca...

  • Anónimo

    Se as pessoas não estão contentes com o que é "ofe...

  • Anónimo

    Este artigo peca por misturar o que não pode ser m...

  • Marco Hugo

    A lista dos ex-árbitros espiados no caso ‘E-Toupei...



subscrever feeds